quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Sutil indelicadeza


Estava conversando com os dois na sala.





- Bia, vc ficou tão linda com esse vestido! Amarelo te deixa ainda mais bonita! - diz a mãe babona.





- Ai, mãe....vc já disse isso 1614 vezes hoje - diz a filha mala-gradecida.





- Vc tá muito feia, muito feia mexmo - diz o filho hominho insensível.





Criaram uma celeuma, a partir de um simples e lisonjeiro elogio. Olho para o Otto bem séria, enquanto a Bia pipocava de rir na poltrona e passo o sermão da montanha:





- Filho, não diga isso. Vc está sendo muito grosseiro! Os homens devem ser gentis blablabla whiskas sachê - enquanto fazia uma força sobre-humana para não rir.





- Tá bom, mãe. Desculpa Bia, vc ficou muito linda nesse vestido FEIO.










Ai, gente.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Astuciosos, é o que são


Uma ida ao supermercado com crianças pode ser altamente desesperador.


Não passa pela cabeça de muitas mães, levar seus filhos para fazer as compras do mês. Comigo isso é diferente, porque sempre precisei levá-los. Já que nunca tive essa possibilidade de escolha.





Eduquei e sigo com os dois numa boa.


É bem tranquilo, juro.





Daí que os meninos saíram com a avó para o supermercado.


Deveria confiar no meu taco e imaginar que meus filhos se comportariam como um lord e uma lady que de fato são. (AHAM) Mas as crianças são imprevisíveis e muito, muito mais espertas do que pode supor nossa vã filosofia.







daqui








O resultado dessa empreitada é que foi totalmente inusitado:





Filha 1 - voltou com um tubinho de MM´s, já pela metade - era a sobremesa, segundo ela. Precavida como é, a comeu antes mesmo do almoço.


Filho 2 - voltou trazendo um brócolis na mão - segundo ele, a vovó esqueceu de usá-lo na salada do almoço. Precavido como é, já garantiu a salada do dia seguinte.





Não contava com sua astúcia.


Não mesmo.










sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Tem como não amar? Feliz Natal




Não. Eu não me afasto do Natal.


Gosto das luzes, dos preparativos, dos enfeites de papai noel, das cores verde e vermelho. Por causa da vovó, aprendi a gostar até das Harpas Natalinas, um vinil que está com a capa embolorada guardada no fundo de um armário.





Sou daquelas que come salpicão e devora rabanadas. Como filha esperei o bom velhinho com meu sapatinho na janela e como mãe, na calada da noite, corro pra colocar os presentes embaixo da árvore, para no dia do natal, espiar a correria das crianças com a certeza de que ele não esquece de ninguém, afinal o velhinho sempre vem. 





Quem mora fora, sozinha, longe da parentada sabe que por mais esforço que se faça, um natal sem família reunida não tem a mesma graça, não gera história, não tem emoção. Todos ali tem um papel a desempenhar, até mesmo o chato-mala, figurinha presente em toda grande família que se preze.





Se Papai Noel existe?


Sim e ele pode ser um personagem perigoso criado para gerar um apelo que justifique o consumo desenfreado com o único objetivo de levar multidões aos shoppings e ao endividamento com juros estratosféricos no cheque especial.





Pra mim, ele existe sim, numa figura bonachona e caridosa que sai de casa em casa pra alegrar a vida das pessoas voando num trenó, mesmo que sua casa esteja nos trópicos. O meu presente é poder passar o natal com toda a minha família, que pode até não ser perfeita, mas é a família que eu amo.











Como sou uma boa menina, também fiz meu pedido para o Papai Noel - estamos todos lá no MMqD, num vídeo especial. Vai ver, vai. AQUI.



Desejo a todos vocês, leitores e amigos do BM um Natal abençoado de muita luz e alegria.










quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Viva eu!




daqui





Nasci velha.


E o meu grande compromisso nessa vida é me livrar do peso das coisas desnecessárias, deixar pra trás o resquício da arrogância e da prepotência da juventude pra me sentir mais leve, pra me ater exclusivamente ao que me faz bem.





Como Benjamin Button, fui ficando mais nova a medida que cronologicamente envelhecia. Não tive crise de idade, não ainda. 





Encontrei nos 30 o equilíbrio que faltava e me desfiz de todas as máscaras que envolvem o ego (beijo Freud). Comprometida comigo mesma, me sinto mais segura e muito mais livre. Balzaquiana é uma fase deliciosamente egoica.





Sou do tipo que curte tudo, inclusive o próprio aniversário. Tem bolo e tem família, tem cerveja e tem amigos. E de todos os anti-idade, o melhor e mais eficaz é o sorriso.





Agora sou uma mulher de 32, com corpo de 31 e a alma....ah! essa cada vez mais xóvem.


Fica gente, tem festa.










domingo, 18 de dezembro de 2011

Seria a primeira crise?




Dia absolutamente normal. Normalmente entediante, daqueles chuvosos e friorentos.


Estávamos todos empinhados dentro de casa, tentando vencer o marasmo, que algumas vezes considero confortável.





Ela estava particularmente mal-humorada e inquieta. Criou confusão com coisas triviais. Não ficava satisfeita com nada, nem na companhia de ninguém. Não sabia dizer como se sentia, nem o que queria. Queria tudo e nada ao mesmo tempo.





Nesse clima, o dia levou anos.





Até que ouvi um choro vindo da escada. Chamei por ela. Sem resposta. Insisti.


Olhos inchados, mão no peito e uma angústia que dava pra ser fatiada.





"mãe, me ajuda. Não sei o que tá acontecendo, não sei o que tô sentindo. Não quero chorar, mas o choro vem mesmo assim. Por que, mãe?"





Estava diante de minha própria impotência e apesar de não ter respostas ensaiadas, ofereci meu abraço e um colo quentinho. Só disse a ela que é normal a gente se sentir assim e que acontece com todo mundo. Depois de um tempo aninhada, ela me olhou e perguntou:



"mãe, vc vai me dar colo, mesmo quando eu crescer?"




Sempre, minha filha. E é muito importante que saiba que independente da idade ou da situação em que se encontre terá sempre a mim e estarei sempre pronta pra te acolher.



Sempre.




***



Ai, hormônios! deixem a minha menina em paz.








quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Juiz de filho


Estou pra escrever esse post há muito tempo, mas não sabia qual enfoque daria. Se eu começasse a descrever essa fase como uma aberração fora do normal, não estaria sendo coerente com o que penso, se só tentasse focar no meu cansaço, não estaria sendo justa...





Otto e Bia apesar de serem irmãos são absolutamente diferentes e surpreendentemente parecidos. Ultimamente vivem se pegando, brigando, reivindicando direitos e exigindo que eu tome um partido. Bia banca a ofendida e se retrai, já o Otto depois de um minuto nem lembra mais o que aconteceu.





Os motivos são os mais banais e por isso mesmo, totalmente relevantes: brigam pela posse de brinquedos, pelo que vão assistir na tv, sobre quem começa a jogar. Para mim, isso não extrapola a normalidade, já que não vejo rivalidade, inveja ou competitividade. Não posso negar que é super desagradável e que me cansa muito, mas para por aí, sabe? Não me sinto culpada, não me amarguro, muito menos me sinto incompetente como mãe.





Tento da melhor forma ser justa e não interferir demais, afinal eles precisam se conhecer, traçar seus próprios códigos de conduta, criar intimidade e definir nessa relação seus próprios limites. 





Seria muito mais cômodo separá-los. Colocar cada um em um cômodo e ficar livre da gritaria e do chororô, mas eles precisam aprender a se respeitar e a minha contribuição é deixá-los juntos. Separar criaria um sentimento de proteção em um e de rejeição no outro.





Ao invés de juiz de filho, procuro bancar o Max Gueringer e intermediar os conflitos - naturais em quaisquer relação.













Dei uma pausa na produção desse texto e de longe vi o Otto tentando de todas as maneiras alegrar a irmã que estava largadona no sofá por causa de um febrão. Incansável, cantou duas musiquinhas, sacolejando seu corpinho magrelo, fez várias cosquinhas, até que finalmente arrancou um sorriso dela.





"Vc tá feliz, agola Bibia? Só gosto de te ver feliz, sabia?"





Depois de receber uma resposta afirmativa, sentou ao seu lado, da maneira mais companheira que consegue ser.





Isso reforça em mim a certeza de que estamos no caminho certo.





Né?













quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O que aprendi em 2011







via we heart it





Recebi um convite super especial de uma pessoa pela qual me encantei. Conheci o blog Diário dos 3 Mosqueteiros através da Ly Mello e fiquei comovida com a força da Mirys. Apesar de a vida tê-la surpreendido de uma forma totalmente inesperada, ela nunca perdeu a força de viver. Também pudera! a mesma vida que lhe tirou, também lhe deixou dois amores: o Guigo e a Nina.





É exemplo de vida, de alto-astral, tem sempre uma proposta pra movimentar a blogosfera e se despede de uma forma muito particular - com beijos e bençãos. 





No seu cantinho, em seu especial de Natal, hoje conto tudo o que aprendi no ano de 2011.





Vem comigo? Clica aqui.





segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Muito além dos telefonemas


Tenho um plano telefônico que me permite fazer ligações interurbanas à vontade. Isso compensa um pouco a distância física da família, já que diariamente converso com minha mãe ou meu irmão. Acontece, que mesmo com esse contato diário, muita coisa nos escapa...





***





Daí ele, um crianção de seus quarenta e pouquinhos chegou de viagem trazendo muita novidade. Uma delas era um desses aparelhos de blu-ray 3D. Empolgadíssimo, chamou todo mundo pra ver como aquilo era sensacional, cheio de recursos, imagem excelente. Talvez a mesma empolgação que sentiram com a primeira tv em cores! Todos juntinhos esperando que a maravilha tecnológica começasse a funcionar e ele, não se atentou a voltagem.





Ligou, pifou.





A mesma alegria que contagiou a todos, os fez murchar. Cabisbaixo, subiu e pediu que seu pai pegasse o aparelho e desse um fim, pois não queria nem mais olhar.





Esperou que o filho saísse pra trabalhar, botou a caixa debaixo do braço e foi atrás de uma solução. Foi ao encontro de um dos melhores consertadores da região e contou o que tinha acontecido. O homem fuçou, fuçou e garantiu que ainda tinha jeito.





Chegando em casa, colocou a caixa num lugar estratégico. Ela precisava ser vista assim que ele entrasse em casa. A tática não funcionou, tamanha a decepção dele. Subiu sem notá-la. Seu pai pediu que ele descesse e tentasse ligar novamente. Pensando se tratar de uma brincadeira de mau gosto, nem deu bola. Continuou regurgitando sua frustração.





Só que seu pai insistiu, até que, diante da insistência e notando um tom que lhe pareceu mais um incentivo, desceu praticamente correndo. Ligou. Funcionou. O ajuntamento na sala se refez.








***





O pai é meu avô - aquele mesmo que me contava mentiras e o outro é meu tio, uma pessoa por quem tenho uma profunda admiração. 





Qual pai desiste facilmente? Que pai não tenta de todas as maneiras consertar o brinquedinho do filho, não importa qual seja, para lhe devolver a alegria?








(agora dá licença, que tá escorrendo uma lagriminha no canto do olho...)







sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Enfim, férias...oh! wait




último dia de aula




O ano foi bom, muito bom! E desacelerar é melhor ainda....se bem que, a quem estou querendo enganar? Desacelerar onde e quando, meodeos? Vamos acelerar de uma maneira bem diferente, sem aquela rotina chata de fazer todo dia tudo sempre igual.









bye bye escola





Teatro, cinema, praia - muita praia, rede, água de coco, tapioca e suco de caju gelado, fazem parte do plano.





As malas já estão prontas. A energia pra acumular um voo longo, acumulada (mentira). Logo menos estarei na casa de mamãe e as crianças curtindo as gentes da gente.





Tem coisa melhor?


Quem vem com a gente?







quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

As aventuras de um pequeno cientista


A curiosidade é grande e aliada a uma lupa, ganha proporções grandiosas.





Descobriu e se apegou de tal maneira a uma lupinha bem da fuleiragem vinda num daqueles kinder ovo, desde então não largou mais. Indestiga de um tudo! A própria pele, os dentes da irmã, a grama do jardim, as orquídeas do pai e até o próprio almoço, o que me deixa um tanto ressentida.





Até que, admiradas com o talento do pequeno cientista, as professoras lhe emprestaram uma lupa de verdade, trazida lá do 5° ano - dos meninos grandes! E o foco mudou. 





Só que ficava muito chateado porque eu não deixava que ele trouxesse a lupa da escola pra casa.






Passou a pedir todos os dias para que seu pai lhe trouxesse uma. Depois de alguns dias, cansado do esquecimento do pai, apelou para o papai noel.



E plim! Conseguiu.








Agora, sua grande paixão é caçar insetos para indestigá-los. Consegue aqui mesmo pelo jardim ou traz lá da escola. São pequenos besouros, joaninhas e até tatu-bolinha. Fica amigo deles, lhes dá nome e faz até cerquinha pra que eles não fujam!







Tinha como o papai noel não antecipar esse presente, me diga.


















quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Festividades escolares, quem curte?




Ilustração daqui







Tem gente que adora os eventos escolares: reuniões, entrega de portfólios, festa disso e festa daquilo. Tem gente que não curte, mas vai pensando no filho. Tem gente que não curte e simplesmente não vai a nenhuma delas.





A minha mãe sempre mandava meu pai, que ia lá e fazia bonito com sua kodak na mão, mas eu sentia falta dela. Queria muito que ela estivesse ali e visse o resultado do meu esforço, pelo menos uma vezinha. Queria que ela torcesse descabeladamente por mim quando eu estivesse em quadra. Enfim...pai e mãe fazem falta. 





Pois bem, esse post não é sobre mim.





Minha filha tem uma amiga que desde sempre me chama atenção. Aqueles casos inexplicáveis de empatia, sabe como é? Acho um barato o jeitão dela descolado, é super engraçada, simpática e super independente. Vai e volta da escola sozinha numa bicicleta, por morar perto. Sei muito, muito pouco da sua vida. Não pergunto, porque sei que, em sendo esperta como é, certamente se sentiria constrangida com perguntas inoportunas.





O que sei é que ela não mora com a mãe, é criada pela avó.





Em julho deste ano, no fechamento do primeiro semestre, a professora de música resolveu fazer uma apresentação pra mostrar aos pais como os alunos estavam envolvidos e como estavam evoluindo. Paulinho saiu mais cedo do trabalho e fomos lá prestigiar a Bia.





Havia muitos pais e notei que ela estava inquieta (mais que o de costume) procurando por entre aquelas cabeças orgulhosas um rosto que lhe fosse familiar. Vai que a avó ou o tio ou alguém pudessem ter comparecido, né?





Quando terminou a apresentação, fomos fazer aquele auê básico em cima da filha e dela também, até que ouvimos uma coisa que deixou meu coração doendo: "vcs sempre vem ver a Bia, né? - aqui tentou disfarçar a melancolia, e completou "acho isso tão legal!". Nos deu um sorriso e foi brincar.





Puxa, a mamãe patinha ficou tão triste, mas essa história vai ter um final feliz.





Essa semana, na reunião dos pais, os alunos resolveram encenar uma peça e depois veríamos um vídeo com todas as fotos de todo o semestre. Paulinho saiu mais cedo do trabalho e fomos. Dessa vez, a amiguinha da Bia estava radiante. Não só o pai tinha ido, como também a mãe.





Depois de terminada a apresentação, morrendo de fome, ataquei uns sanduichinhos muito fofos, quando sinto alguém me cutucar, era ela. "E aí? Gostou?" Balancei a cabeça de boca cheia. "Foi minha mãe que fez!!! O orgulho dela dava gosto de ver!!!





Saímos de lá felizes pela felicidade de todos eles.


E é o que eu digo: infância só tem uma e é tão importante pra eles se sentirem acolhidos e encorajados!


Presença é apoio.


E pai e mãe fazem falta.


Podem crer.







terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ela era vida!




Hoje é o aniversário de uma das pessoas que mais amei. Pelo menos, costumava ser. Ao ouvir isso hoje pela manhã, a Bia disse "tá, pode ter sido, mas ela não está mais aqui".



Antes de ir, talvez prevendo o que lhe esperava, ela me disse "aconteça o que acontecer, nunca vou te esquecer".





Percebi a tempo de aquietar o coração, o quanto devo ser grata a vida por todos os momentos que tivemos juntas, da cumplicidade que transcendia, do colo, do cheiro que me acalentava, os conselhos que ouvi, do amor que senti...





Ela era vida. E vida não morre.




Expliquei pra minha filha que minha avó se faz presente, sempre que acolho um filho meu, sempre que enxugo suas lágrimas e os incentivo a seguir adiante, sempre que tem cheiro de bolo no forno, sempre que eu vejo uma flor desabrochar, sempre que resolvo encarar a vida, sempre que levanto meus óculos usando o polegar e o indicador, como ela fazia...





Ficam sempre fragmentos do que fomos, como sementes, espalhadas em quem amamos. 





O que se comemora no dia em que se faz aniversário? Seria errado eu celebrar a memória que reluta em morrer? E que ao contrário, nasce e renasce, cada vez mais forte?





Vovó, esse é mais um post (piegas) sobre (todo meu) amor e saudade. 


Não aquela que faz doer, mas aquela que conforta e faz sorrir.


Vc sempre será o meu norte, aconteça o que acontecer.










segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Vamos de rapidinha?








Via





Porque é pressuposto de quem tem vida atribulada saber fazer bom uso de seu tempo, né não? Sim. Desse modo, indiscutível o valor de uma rapidinha. Ou várias, como é o caso agora.





* Com o fim do período letivo para os filhos, começa a série de obrigações escolares: reuniões, festinhas e as inevitáveis despedidas de pessoas que foram importantes e que ficarão guardadas junto com as boas lembranças.





* Também estou às voltas com o fim do meu semestre. Fiquei bem feliz com o resultado, sabia? Jurava que não daria conta e mesmo diante dos problemas, pela primeira vez não pensei em desistir. Faceirinha, consegui até tirar notas máximas, embora tenha ficado pra final em uma disciplina. Fuén. A prova é hoje! Tomara que eu consiga, amém.





* Com essa loucura de prioridades, acabei não tendo tempo pra me dedicar aos amigos reais, moramos em lados opostos da cidade. Isso é ruim. Difícil conciliar agendas, mas essa semana preciso vê-los.





* Época de idas forçadas ao shopping. Quem tem crianças em fase de crescimento e tem de lidar com sazonalidade, sabe que a cada nova estação, um enxoval completo. N. S. do Cartão de Crédito, olhai por nós. Amém.



* E os presentinhos de natal? Sabe aquelas "lembrancinhas" pra dar pra geral? Penso, penso e não decido nada. Ou sejE, vai chegar o dia e eu com cara de bunda. Acho lindo quem faz listinha e vai ticando...só vou me sentir adulta de verdade, no dia em que fizer uso de uma.





* Preciso fazer malas, já que sexta irei pra casa da mamãe curtir aquele bangalô à beira do oceano atlântico. Mil preparativos. A gente já chega ao destino cansada, não? Sim.





Férias, te quiero.


E vcs, já estão de pés pra cima, bebendo aquela água de coco geladinha?