A conheci logo que comecei a escrever esse blog.
Com ela aprendi muito, já que nunca negou apoio.
Com ela me sentia acolhida nesse universo tão grande que é a blogosfera.
A vi engravidar, acompanhei como tantos outros a sua gravidez, suas expectativas e o nascimento do pequeno Joaquim. Assim como tantos outros, torci, tentei encorajá-la na sua luta pela luta do seu filho pela vida.
Até que por fim, passou.
Como um vento.
Vento Passageiro - Paulo Afonso Condé
Uma ventania veio forte, e passou,
Trouxe sonhos, esperanças e
muita alegria.
Mas como brisa passageira
não pode ficar.
São assim os desígnios de Deus,
e a vida passa.
Por mais que teimamos em não aceitar,
passamos assim mesmo,
como o vento, a brisa, os gestos,
tudo no ar.
Momentos tristes e alegres, o que fica?
O amor, o amor, Amar.
Melhor assim, ainda podemos amar.
Amamos o que seria,
amamos os que são,
e também o que virá.
Há de chegar o dia, que ele voltará.,
Maduro, pronto, não mais vento,
Muito menos passageiro,
Pois também amará
E amado será.
Re, esse poema foi escrito na mesma circunstância que vc está vivendo hoje, agora. E me foi apresentado por uma amiga, pra que eu também pudesse aplacar esse sentimento tão forte, que não conseguimos nominar. Restam a dor, a saudade e o aprendizado.
A você, desejo força e te dou o meu abraço mais sincero, já que meu coração de mãe se une ao seu.
Que em sua vitrola ainda toque a mais linda canção de amor.
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