quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Para a MÃE e mulher Vitrola


A conheci logo que comecei a escrever esse blog.


Com ela aprendi muito, já que nunca negou apoio.


Com ela me sentia acolhida nesse universo tão grande que é a blogosfera.





A vi engravidar, acompanhei como tantos outros a sua gravidez, suas expectativas e o nascimento do pequeno Joaquim. Assim como tantos outros, torci, tentei encorajá-la na sua luta pela luta do seu filho pela vida.



Até que por fim, passou.

Como um vento.






Vento Passageiro  - Paulo Afonso Condé




Uma ventania veio forte, e passou,


Trouxe sonhos, esperanças e


muita alegria.


Mas como brisa passageira


não pode ficar.


São assim os desígnios de Deus,


e a vida passa.


Por mais que teimamos em não aceitar,


passamos assim mesmo,


como o vento, a brisa, os gestos,


tudo no ar.


Momentos tristes e alegres, o que fica?


O amor, o amor, Amar.


Melhor assim, ainda podemos amar.


Amamos o que seria,


amamos os que são,


e também o que virá.


Há de chegar o dia, que ele voltará.,


Maduro, pronto, não mais vento,


Muito menos passageiro,


Pois também amará


E amado será.








Re, esse poema foi escrito na mesma circunstância que vc está vivendo hoje, agora. E me foi apresentado por uma amiga, pra que eu também pudesse aplacar esse sentimento tão forte, que não conseguimos nominar. Restam a dor, a saudade e o aprendizado.






A você, desejo força e te dou o meu abraço mais sincero, já que meu coração de mãe se une ao seu.


Que em sua vitrola ainda toque a mais linda canção de amor.




















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