quinta-feira, 14 de junho de 2012

No frio, abram as janelas






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O inverno ainda não chegou e o frio, portanto, ainda não se estabeleceu. Há dias de frio intenso, outros moderados e alguns ainda quentes.





É chegado o período do ano onde as pessoas com doenças respiratórias mais adoecem, mas não podemos culpar o frio. Afinal, ninguém adoece por ter ficado exposto ao vento cortante, ou seja, ninguém adoece por ter "pego vento".





Nessa época do ano, o ar fica mais seco, o ambiente mais frio comprometem a umidificação natural da respiração e também comprometem a imunidade do organismo. Há também a poluição que custa a se dissipar. Agora, o problema maior, é a aglomeração de pessoas em ambientes fechados.





É uma tendência natural tentar se proteger do frio, mas esquecem que estão devidamente agasalhadas e se amufambam em salas, em ônibus, em praticamente todo lugar.





Depois de ter adoecido, sem cerimônia, abro todas as janelas da minha sala de aula sob olhares de protesto. Não dá pra ficar num ambiente com quase quarenta pessoas respirando, tossindo e espirrando todos praticamente ao mesmo tempo. É nojento! Em ambientes assim, com muita gente aglomerada, os vírus e bactérias encontram uma enorme facilidade para circular, para fazer vítimas. É de uma falta de higiene impressionante permanecer em ambientes onde não há circulação de ar.





Existem outros fatores que contribuem para as doenças de inverno: o uso de roupas e agasalhos com cheiro de mofo (não acredito que alguém seja capaz de usar uma roupa guardada há seis meses, sem lavar antes) e a intensificação da poluição nos grandes centros, já que com o ar frio, esta custa a se dissipar.





Antes de culpabilizar o frio, abram suas janelas: de casa, do trabalho, da escola, dos ônibus.





Não se aglomerem. Lavem suas mãos.


Deixem o ar circular, deixem o sol entrar.







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