Passamos poucos dias em Natal e o mote da viagem não era o turismo e sim a convivência familiar. Só que, ficar dentro de casa com algumas crianças e dois adolescentes não é tarefa das mais fáceis.
Então saíamos pra dar uma canseira na galera e entre a construção de um castelo de areia e uma partida de frescobol, conhecemos um pouco dessa cidade cheia de programas maravilhosos, mas que nos deixou com uma vontade enorme de voltar e dar a cada cantinho a atenção merecida.
Não dá pra ir a Natal e não visitar o maior cajueiro do mundo. Não mesmo. Fora que eu precisava constatar se esse cajueiro era grande mesmo que valesse a pena tanta fama. Ok, tô ressentida por não ter em Fortaleza um tão grande quanto esse, mas não conta pra ninguém.
Fica na praia linda de Pirangi e a entrada custa 4 reais para o adulto e crianças até 12 anos entram de graça.
| A vista do mirante. Toda esse verde faz parte do maior cajueiro do mundo. Acreditem. |
A caminho da Praia do Cotovelo, lugar onde batemos cartão, as réplicas de foguetes chamaram a atenção das crianças. Paramos na Barreira do Inferno, que tem esse nome porque, ao entardecer os reflexos do sol tornam as falésias do local vermelhas como fogo.
Dei uma voltinha na night potiguar e as opções de barzinhos e restaurantes charmosos são muitos. Curti, embora não tenha tirado fotos.
Bom, assim termina minha curta estada em Natal.
Gostaram?
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